domingo, julho 09, 2006

Claustrofobia Semiótica

Por falta de alternativa que nos deixasse tempo para jantar decentemente, decidimo-nos pel'O Código Da Vinci. Não é tão mau como dizem (tendo em conta que dizem mesmo muito mal), mas há três coisas que metem dó:

1. Depois de um papel como o que representou em Amélie, Audrey Tautou não podia meter-se num blockbuster, nem tão-pouco deixar crescer o cabelo.
2. Tom Hanks está cada vez pior; não conseguiu fazer uma única cara de espanto convincente, apesar de estar mais magro.
3. Silas é belissimamente interpretado por Paul Bettany, mas é, no mínimo, ridículo ver esta espécie de monge falar ao telemóvel em latim com um bispo (Aringarosa) que dá entrevistas em aviões intimistas, usando uma corrente de ouro ao pescoço de espessura absolutamente escandalosa.

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O sexy do Sir Ian McKellen também é gay, mas provavelmente isso só faz com que seja mais bem tratado do que estando à mercê de uma mulher.